No primeiro dia da greve nacional da educação, escolas das redes estaduais e municipais de 23 estados e do Distrito Federal paralisaram suas atividades. A mobilização foi intensa não só nas capitais, mais em muitos municípios do interior, onde as prefeituras não cumprem a Lei Nacional do Piso do Magistério. Os atos públicos reuniram professores, alunos, além de parlamentares e trabalhadores de outras categorias, que apoiam o movimento.
No amazonas está ocorrendo de forma tímida. Mobilização Nacional – Trecho do site SINTEAM
”O SINTEAM, como representante legal da categoria, vem a público esclarecer à população sobre o A GREVE NACIONAL chamada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE, no período de14 e 16 de março de 2012, nas escolas públicas de nível básico.
Em âmbito nacional, a Greve marcará o início de uma ampla jornada de luta dos trabalhadores por educação pública, gratuita, universal, laica, de qualidade (com equidade), e por valorização profissional, devendo um de seus desdobramentos culminar na denúncia de governadores e prefeitos – desrespeitadores da Lei do Piso – à Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a outras instituições internacionais, além dos órgãos do Poder Judiciário nacionais.
Em âmbito nacional, a Greve marcará o início de uma ampla jornada de luta dos/as trabalhadores/as por educação pública, gratuita, universal, laica, de qualidade (com equidade), e por valorização profissional, devendo um de seus desdobramentos culminar na denúncia de governadores e prefeitos – desrespeitadores da Lei do Piso – à Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a outras instituições internacionais, além dos órgãos do Poder Judiciário nacionais.
Conforme deliberação do Conselho Nacional de Entidades da CNTE realizado em no dia 29 de fevereiro de 2012, as atividades no período de 14 a 16 de março, serão descentralizadas e estarão sob a responsabilidade das 44 entidades filiadas à CNTE de acordo com a realidade local. Outros sindicatos e entidades do movimento social também poderão incorporar-se à nossa mobilização.
Acreditamos que é papel da escola pública garantir o acesso e a permanência de todos ao conhecimento e à participação cidadã na vida política, social e econômica do país.”
De acordo com informações repassadas pelos sindicatos filiados à CNTE, 17 estados não pagam o piso anunciado pelo MEC (R$ 1.451,00) e o mesmo número não cumprem a jornada extraclasse definida na Lei 11.738. Por isso, nos próximos dias 14, 15 e 16, os/as trabalhadores/as da educação básica pública promoverão Greve Nacional para denunciar os gestores que não cumprem a Lei do Piso, sobretudo de forma vinculada à carreira profissional e com a destinação de no mínimo um terço da jornada de trabalho do/a professor/a para atividades extraclasse.